Pedra, Pedrinha...

A repetição deixa a sua marca até nas pedras

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segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Na Ilha Esmeralda II - Kildare


Kildare... uma vez na Irlanda não podia deixar passar a oportunidade de ir ao local onde, segundo consta, existia um santuário dedicado a Brigid e onde actualmente é o centro do culto católico de Sta. Brigid.



Kildare é uma cidadezinha simpática e tive a sorte de ir em dia de mercado. Muito movimento, muita gente, e sim... muito sol (sim, sim, em Dezembro ;p ). Reza a história que St. Brigid chegou por volta do ano 480 d.C. e construiu a sua abadia junto dum grande carvalho, daí o nome da cidade de Kildare - "Cill Dara", a "igreja do carvalho".


"Christianity slowly took root, assimilating features of the older beliefs and practices, including, for example, the use of sacred wells, the celtic celebration of Imbolc and the use of fire. It was at this time of transition that the historical Brigid of Kildare was born. Brigid the saint, inherits much of the folklore associated with the goddess Brigid, a dimension which contributes to her popularity. It may be an exercise in futility to try separating the historical christian Brigid from the goddess since, clearly, the two are so interwoven.(...)"


" It is generally accepted that Brigid established her abbey and church in Kildare around 480 d.C., on the site now occupied by St. Brigid's Catedral. Some scholars suggest that her foundation may have evolved from a sanctuary of druidic priestesses who converted to christianity." (*)


Infelizmente a área da catedral, onde se encontram as ruinas do Templo do Fogo onde se mantinha a chama perpetua em honra de Brigid, estava fechada.




Catedral de St. Brigid


"On the north side of the cathedral are the restored foundtions of an ancient fire temple. Research suggests that in pre-Christian times priestesses used to gather here to tend ritual fires invoking the goddess Brigid to protect the herds and provide a fruitful harvest. (..) At least two bishops attempted to have the fire extinguished because of its pre-Christian overtones, but without sucess. With the dissolution of the monasteries during th Reformation, Archbishop George Browne of Dublin ensured the extinction of the sacred flame." (*)

A chama de Brigid que ardeu durante cerca de 1500 anos (se consideramos a possibilidade do culto à deusa Brigid), foi extinto por volta do séc.XVI e foi reacesso em 1993 na Praça do Mercado. E arde desde então...


A chama de Brigid


Assim que decidi seguir caminho em busca do Poço Sagrado. Adoro os irlandeses! Fui perguntando pelo mercado como chegar até a poço, pois aparentemente ficava fora da cidade. Quando me dei conta, um grupo de feirantes preocupadamente estudava a possibilidade de ir até a poço sozinha. Uma senhora dizia que não devia ir sozinha pois era longe, um senhor perguntava a outro se era perigoso, outra mulher exclamava que se eu fosse sua filha não me deixaria ir sozinha, outro assegurava que não havia qualquer problema, que nunca tinha passado nada. Contrariadas, as senhoras apontaram a direcção e lá fui eu. Realmente era um pouco isolado, mas foi um passeio impressionante... a Irlanda não é chamada a Ilha Esmeralda por nada... especialmente num dia incrivel de sol em pleno inverno.






Poço Sagrado




Existem dois poços. O primeiro, reclamam alguns, é o original dedicado à Deusa Brigid; o outro, mais tardio, dedicado a St.Brigid, lugar de devoção particularmente no dia 1 de Fevereiro. Em cada poço podemo encontrar pequenos pedaços de tecidos pendurados nas ramas das árvores, memórias de desejos dos pelegrinos que por ali passaram.










Poço de St. Brigid


"Ritual at St. Brigid's Well and Prayer Stones


(...)There are five prayer stones standing in line and the practice is to stop at each stone in turn and dwell on an aspect or quality of Brigid.


1st prayer stone - Brigid: A woman of the land (...)


2nd prayer stone - Brigid: The peacemaker (...)


3rd prayer stone - Brigid: The friend of the poor (...)


4th prayer stone - Brigid: The hearthwoman (...)


5th prayer stone - Brigid: Woman of contemplation (...)


The round well - We gather around the well. Water has always been a symbol of life and healing. Wells were tradicionally heaing places for many ills. (...) Pilgrims are invited to pray in tradicional celtic fashion by circling "deiseal" (sunwise) three times. This movement is in harmony with ourselves and with the universe. (...) Pilgrims sometimes relax with a meditative sacred dance around the well and conclude the ritual with an old irish blessing." (*)


Claro que era inconcebível deixar Kildare sem levar comigo algumas cruzes de Brigid. Imaginamos, ou pelo menos eu imaginei, que no berço do culto venderiam as ditas cruzes "a granel". Pois, não sabem o que corri para encontrá-las! Corri não sei quantas lojas, tive uma conversa muio interessante com o dono duma loja esotérica, fui muito bem recebida no centro paroquial e acabei na casa de Solas Bhride - Christian Community Center for Celtic Spirituality in the Spirit of Brigid of Kildare, falando com uma senhora simpatiquíssima pertencente à Irmandade de Brigid. É incrivel como as tradições ancestrais foram tão engenhosamente resgatadas pelo cristianismo e como na Irlanda estas convivem tão harmoniosamente, sem a tipica furiosa negação das raizes pagãs de algumas tradições cristãs. Talvez seja essa uma das razões pelo que o chamado Cristianismo Celta seja tão particular... Bom, esta senhora levou-me ao que ela chamava "A Sala de Brigid": uma sala onde, num dos cantos, se encontrava uma vela cuja chama, explicou-me Mary, mantêm sempre acessa; nas paredes haviam paineis lindos representando Brigid e a chama; nas prateleiras haviam imensos livros e estatuetas, não apenas cristãos mas também de inspiração pagã. Comprei-lhe algumas cruzes e ela ofereceu-me um livro "Rekindling the flame - a pilgrimage in the footsteps of Brigid of Kildare" (*) , uma vez que vim de tão longe para ir a Kildare. Os excertos que coloquei acima são deste livro qu a Irmã Mary me deu. É ou não uma prova que em nenhum momento os cristãos desta terra renegam as suas origens?



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quarta-feira, janeiro 30, 2008

Na Ilha Esmeralda I - Tara e Newgrange

FINALMENTE! Há muito tempo que tinha esta viagem pendente e, ainda que foram apenas 4 dias, uuaauuuuu! Da próxima vez espero ir com mais tempo para viajar por toda a ilha. Enfim foi como pôde ser, corri como uma louca...

Ah, encontrei os meus apontamentos sobre dindshenchas e creio que faz sentido transcrever algumas (podem consulta-las completas aqui). Coloquei algumas fotos mas o album completo podem vê-lo neste link.



TARA E NEWGRANGE

Como nao tinha muito tempo resolvi ir numa daquelas excursoes de um dia Tara e a Newgrange. Pena que nao pude visitar toda a zona de Brú na Bóinne, mas o bom desta excursao é que se tens pouco tempo para andar entre comboios e autocarros, é perfeito. Além de que a entrada em Newgrange é restrita e esta excursao permite-te o acesso.

A viagem foi fantástica. O sol decidiu marcar presença e fez com que o verde desta ilha esmeralda resplandecesse ainda mais. Tenho pena que a objectiva da minha maquina fotográfica não registe os tons lindos que a minha retina captou.



Tara



TEMAIR (Tara)

Temair Breg, whence is it named?

declare O sages!

when did the name part from the stead?

when did Temair become Temair?


Was it under Partholan of the battles?

or at the first conquest by Cesair?

or under Nemed of the stark valour?

or under Cigal of the knocking knees?


Was it under the Firbolgs of the boats?

or from the line of the Lupracauns?

tell which conquest of these it was

from which the name Temair was set on Temair?


O Duban, O generous Findchad,

O Bran, O quick Cualad,

O Tuain, ye devout five!

what is the cause whence Temair is named? (...)

-dindshencha





O "omphallos" politico e religioso irlandês, onde era coroado o Rei Supremo e onde estes presidiam ás celebrações e festas que hoje conhecemos, especialmente Samhain. Aqui encontramos Lia Fáil, a Pedra do Destino, trazida pelos Tuatha dé Danan, que segundo a lenda rugia sempre que o legitimo Rei Supremo a tocava.



O Mound of Hostages é um tumulo mesolitico, conhecido por ser o cenário para a troca de refens.



Diz-se que desde Tara podemos ver 23 dos 32 condados da Irlanda... realmente a vista é espantosa. Se querem vê-la intocada apressem-se, pois vão construir uma autoestrada e a paisagem ficará marcada por um laaargo traço negro de alcatrão.



River Boyne



BOAND
[Boand is the goddess of the river Boyne]

Sid Nechtain is the name that is on the mountain here,

the grave of the full-keen son of Labraid,

from which flows the stainless river

whose name is Boand ever-full.


Fifteen names, certainty of disputes,

given to this stream we enumerate,

from Sid Nechtain away

till it reaches the paradise of Adam.


Segais was her name in the Sid

to be sung by thee in every land:

River of Segais is her name from that point

to the pool of Mochua the cleric.


From the well of righteous Mochua

to the bounds of Meath's wide plain,

the Arm of Nuadu's Wife and her Leg

are the two noble and exalted names.


From the bounds of goodly Meath

till she reaches the sea's green floor

she is called the Great Silver Yoke

and the White Marrow of Fedlimid.


Stormy Wave from thence onward

unto branchy Cualnge;

River of the White Hazel from stern Cualnge

to the lough of Eochu Red-Brows.


Banna is her name from faultless Lough Neagh:

Roof of the Ocean as far as Scotland:

Lunnand she is in blameless Scotland--

The name denotes her according to its meaning.


Severn is she called through the land of the sound Saxons,

Tiber in the Romans' keep:

River Jordan thereafter in the east

and vast River Euphrates.


River Tigris in enduring paradise,

long is she in the east, a time of wandering

from paradise back again hither

to the streams of this Sid.


Boand is her general pleasant name

from the Sid to the sea-wall;

I remember the cause whence is named

the water of the wife of Labraid's son.


Nechtain son of bold Labraid

whose wife was Boand, I aver;

a secret well there was in his stead,

From which gushed forth every kind of mysterious evil.


There was none that would look to its bottom

but his two bright eyes would burst:

if he should move to left or right,

he would not come from it without blemish.


Therefore none of them dared approach it

save Nechtain and his cup-bearers:-

these are their names, famed for brilliant deed,

Flesc and Lam and Luam.


Hither came on a day white Boand

(her noble pride uplifted her),

to the never-failing well

to make trial of its power.


As thrice she walked round

about the well heedlessly,

three waves burst from it,

whence came the death of Boand.


They came each wave of them against a limb,

they disfigured the soft-blooming woman;

a wave against her foot, a wave against her perfect eye,

the third wave shatters one hand.


She rushed to the sea (it was better for her)

to escape her blemish,

so that none might see her mutilation;

on herself fell her reproach.


Every way the woman went

the cold white water followed

from the Sid to the sea (not weak it was),

so that thence it is called Boand.


Boand from the bosom of our mighty river-bank,

was mother of great and goodly Oengus,

the son she bore to the Dagda – bright honour!

in spite of the man of this Sid.


Or, Boand is Bo and Find

from the meeting of the two royal streams,

the water from bright Sliab Guaire

and the river of the Sids here.


Dabilla, the name of the faithful dog

who belonged to the wife of Nechtain, great and noble,

the lap-dog of Boand the famous,

which went after her when she perished.


The sea-current swept it away,

as far as the stony crags;

and they made two portions of it,

so that they were named therefrom.


They stand to the east of broad Breg,

the two stones in the blue waters of the lough:

Cnoc Dabilla [is so called] from that day to this

from the little dog of the Sid.

-dindshencha



Este rio serpentea por toda a zona de Brú na Bóinne e segundo a lenda foi criado pela Deusa Boann, esposa de Nechtar e amante de Dagda com tem teve um filho, Aengus, conforme conta a dindshencha.



Newgrange






BRUG NA BOINNE




How is it named?



For the river that rises in the bog of Allen


And flows to the sea at Inver Colpa.


Called after Boand, Goddess of the rivers.




Peat dark and slow meandering


Making it’s lazy way through the land.

The Dagda had his house here,


And Angus Og after him,




In the wide bend of the river.

Angus of the generous hospitality,


With inexhaustible ale


And meat and fruit




To feed his many guests.


Lugh of the long arm lies here,



And Slaine, king of the Fir-Bolg,


Buried atop his hill.





Newgrange, Knowth and Dowth,



Look down on the valley.



Resting places of the great



Warriors and Chieftains,





It was here, at Linn Feic,



That the hero Finn McCumhaill


Caught the salmon of knowledge.



Burned his thumb on the hot flesh





And tasted before Finegas the Poet.



Wide green valley, lush with rich grass

Cattle and sheep shall thrive here.



And fruit trees of all kinds shall flourish.





Fish abound in the stream,



And stags frequent the forest.



You shall not hunger long



In the Valley of the Boinne.
-dindshencha

Este túmulo e centro ritual neolitico tem 5000 anos (com orgulho desmedido, a guia sublinhou o facto de ter sido construido cerca de 1000 anos antes da piramides no Egipto). Neste local mítico descansa o filho adoptivo do deus Aengus e foi onde o temerário heroi Cúchulainn foi concebido.
Aparentemente, Newgrange começou por ser um observatório astronómico, passando depois a ser um lugar de culto (segundo a guia, dedicado a Dagda, pelo seu caracter solar) e mais tarde local de enterro. A visita ao interior é muito interessante, algo claustrofóbico, sim, e fazem uma simulação da entrada do sol na camara no Solsticio de Inverno.

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segunda-feira, janeiro 28, 2008

Roma: na capital de um império

Que posso dizer de Roma... digamos que é a cidade indicada para fanáticos de pedras como eu... Áparte dos incriveis museus, da comida italiana, dos quiosques que em vez de jornais vendem fruta e do facto de caminharmos por uma cidade com tanta história, a verdade é que a cidade ficou um pouco aquém das minhas expectativas: má sinalizaçao e falta de informaçao nos monumentos históricos, demasiado turismo, nao reciclam, a cerveja é cara e tive sempre assolada por uma sensaçao de insegurança enquanto visitava a cidade.

Ah, e quanto ao mito que a condução em Roma é verdadeiramente assassina, devo deixar um apontamento a favor dos condutores italianos: os peões sao os verdadeiros suicidas, atirando-se para o meio da rua sem olhar. Assim, conclui que os condutores conduzem como conduzem por uma questao meramente defensiva.

Mas a comida é, de facto, divina! E as pedras e as pedrinhas também são muito interessantes! ;) Além de que o tempo, para Novembro, estava genial! Visitar também a Colina de Janicolo ligada ao culto de Janus.

Tive pena de não ter tido tempo para visitar todos os museus da Villa Borghese, como o Museu Etrusco, a Galeria Nacional de Arte Antiga e o de Arte Moderna. O passeio pela Via Appia Antica também ficará para outra visita, assim como a Ara Pacis, o Museu e as grutas do Vaticano, e ver uma peça de teatro no mini-Globe Theater.




Templo de Marte Vingador - Forum







Templo de Castor e Polux, à esquerda em baixo Templo de Vesta







Templo de Vesta







Relevo de uma cena de Sacrificio







mosaico de Dionisio






Templo de Hércules






Arco de Janus e Igreja de St.Maria de Cosmedin






Castelo de St. Angelo




Templo de Esculápio na Villa Borghese



Deixo-vos o link para o álbum de fotos completo (na verdade tirei perto de 300 em 3 dias... mas não quero maçar-vos muito, assim que diminui o número... ainda que apercebi-me que perdi algumas fotos...)

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Back from the dead...

Oláá!!!! Sim, sim, ainda vivo. Mas estive sem internet imenso tempo e... claro, a isso junta-se a minha preguiça natural de acender o pc e a coisa complica! eh eh ;p

Reparei que o link da música já nao funciona. Assim que souber como arranjar isso, prometo que o meto operacional outra vez.

E tenho uma viagem a Roma e á Irlanda que actualizar e muitas muitas novidades... ;)

Stay tooned!!!

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quinta-feira, novembro 01, 2007

Uma valsa entre livros



Vals entre Libros - de César Benito para o filme Mia Sarah

E com esta lindíssima valsa parto de viagem para Roma...
Arrivederci!

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quarta-feira, outubro 24, 2007

A minha primeira tortilla de patatas... sem ovo


Riam-se, riam-se...

Fazer uma tortilla de patatas é já um feito.

Fazer uma sem ovos... é uma façanha digna de titâs :)

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terça-feira, outubro 23, 2007

Actualizaçoes de fotos

Já era tempo, pensam alguns. É verdade... e mais vale tarde que nunca!

Fiz actualizaçao de fotos nos posts:
- Fotos da Roménia
- Lisa Gerrard em Barcelona
- Oh, Portugal, Portugal

Parece-vos bem? ;)

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quarta-feira, outubro 03, 2007

Melancólico Outono... ou será... Energético Outono

E chegou a minha época do ano favorita: o Outono!
As primeiras chuvas, o cheiro da terra molhada, os tons das folhagens das árvores, aquela sensaçao de melancolia mas, simultaneamente, de um novo começo, começo este que supoe uma energia renovada. Ahhh, adoro esta estaçao!!!

Assim que decidi aproveitar a minha energia e começar esta época com uma desintoxicaçao. Depois das férias e de estar em processo criativo terminando um trabalho para a escola e fazendo saboes, depois de 10 meses sem fumar, já ia na terceira semana em que fumava diariamente. Além de que, apesar de ser vegetariana à mais de 9 anos, nao primo pela alimentaçao cuidada já que tenho de comer todos os dias no trabalho e sou uma pecadora (isto se eu acreditasse no pecado)... adoro guloseimas e tenho uma queda pelo chocolate...pois é! Depois de um jejum de 7 dias, decidi nao só melhorar a qualidade da minha alimentaçao, tendo mais disciplina e fazer mais frequentemente comida para levar para o trabalho, como terminar de uma vez com o consumo de productos animais.

E enquanto passeava pela internet em busca de mais ideias de receitas, encontrei este blog girissimo - Vegan Lunch Box. Este blog foi criado por uma mae vegan que todos os dias prepara uma lunch box (em português: marmita? lancheira? bom, o que seja...) para o seu filhote levar para a escola, nao sem antes tirar uma foto.


A foto é do almoço do dia do equinócio do Outono.

Esta mae consegue, duma forma divertida, envolver o seu filho na preparaçao da sua própria lancheira e consciencializá-lo para uma forma de alimentaçao vegan saudável (nao o tradicional sandwich americano de pao bimbo e manteiga de amendoim, que apesar de vegan nao é de todo saudável se comido todos os dias), sem prejudicar nenhuma forma de vida. Pareceu-me uma ideia muito divertida! Para além deste blog, a autora tem outro com as receitas de alguns dos menús. Escusado será dizer que me entusiasmei e mandei vir uma lancheira destas para mim ;p

Ah, bem-vindo Outono! E, claro, é tempo de regressar às aulas e tempo de recolher bolets!

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